terça-feira, 16 de outubro de 2012



 ECOS DA ALMA


O silêncio
Estrangula a garganta...

A angústia dá sinais de desespero
Na ânsia de não se afogar,
Prisioneira...

Nos estreitos recônditos do ser
Debate-se a inquietação
Desatino efervescente...

Turbilhão em redemoinho
Engole as vias da razão
Alastrando-se em devastação

Sentimentos incongruentes
Transitam nos fios da incerteza
Desejos fagocitados...

 Loucura febril
Corpo dilacerado
Vestido de breu

Gritos inaudíveis
Atravessam o vácuo
Sombrio...

 São os ecos da alma
Rompendo os tímpanos
Do vazio...

(By Me)

Um comentário:

  1. Belísima composição,Beth!!! Meus parabéns!

    Também te felicito pela ótima apresentação de teu blog!

    Uma boa noite

    Otávio

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