QUIMERA
Não venha falar de amor
Pra esse peito tão maltratado
Perfurado pelas lanças da dor
Não me ofereça teus belos versos
Traçados em pergaminho de poesia
Entoando mais uma elegia
Não faça promessas de felicidade
Cansei de viver no
seio da saudade

Parece que em algumas situações a poesia e os poetas estão de costas voltadas. O amor sangra e a dor torna-se ainda mais activa.
ResponderExcluir