domingo, 13 de janeiro de 2013

Estopim



  ESTOPIM

No embalo
não calo, afago
falo

Malícia desliza
no talo,
aflito no atrito
 
Suspiro, vontade
anseio latente
indecente

Sem calma,
papila saliva
lasciva

Furor que
arranha,
artimanha

Tensão precipita
da entranha

 Explosão
Tamanha!

Um comentário:

  1. Que tudo abocanha!
    E não há façanha ou manha, sequer barganha, que apazigue tal sanha, mas eu, aqui, me valho de champanha, folhas e ervas de ossanha... E ninguém me apanha!

    ResponderExcluir