domingo, 29 de novembro de 2015

Quando nos rouubam os sonhos

QUANDO NOS ROUBAM OS SONHOS

Quando um sonho é abortado a revelia
Do ventre da alma com um açoite
O peito dilacera-se em sangria
E os dias são tragados pela noite

Quando um sonho é ferido de morte
Pelas mãos perversas do destino
Somos largados à própria sorte
Zumbis padecendo em desatino

Quando os sonhos naufragam na ilusão
Pela tormenta da realidade
Mergulhamos na obscuridade

O sonho é a esperança emergida
A utopia que alimenta a vida
O mote que acelera o coração

Um comentário:

  1. São tantos os sonhos que nos roubam que apenas nos sobram momentos de dor e angústia.
    Culpados serão muitos mas o principal fomos nós que acreditámos nas mentiras que graciosamente nos ofereciam.

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