TRANSPARÊNCIA
PALAVRAS SINGULARES
São palavras jeitosas, formosas, inteiras.
Sem sentido, sem juízo, sem valor.
Faceiras, brejeiras, até corriqueiras.
Palavras intensas, carentes ou contentes.
Indecentes, inocentes, contingentes.
Trazem riso, pouco siso, alegoria.
Palavras de fé, de magia, de folia.
Fazem chorar, descontrolar e lamuriar.
Falam de amores, de dissabores,
exaltam as dores.
Palavras alegres, cintilantes, efusivas.
Verdadeiras, sorrateiras, benzedeiras.
Palavras que excitam, incitam, ousam sonhar.
Assim como falam, se calam.
Suplicam, replicam, explicam.
Palavras perdidas, inventadas...
De enfeite, deleite, um falsete.
Palavras tão belas, palavras de fera.
São palavras singulares,
São palavras de mim.
sexta-feira, 29 de março de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Em frente
terça-feira, 26 de março de 2013
Brilho Eterno
BRILHO ETERNO
BRILHO ETERNO
Não
acredito
que o sol majestoso,
algum dia se apagará,
nem que a lua
sempre bela,
possa deixar de brilhar...
que o sol majestoso,
algum dia se apagará,
nem que a lua
sempre bela,
possa deixar de brilhar...
Astros solitários,
perdidos no universo,
nas teias das lembranças.
Cumprem sua sina,
dobram as esquinas
pelos céus a iluminar,
dias e noites,
raios fúlgidos ou luar...
Mesmo com a distância,
entre a aurora e o breu,
estarão sempre lá.
No seio da via láctea,
unidos em pensamentos,
sobre a terra e sobre o mar...
perdidos no universo,
nas teias das lembranças.
Cumprem sua sina,
dobram as esquinas
pelos céus a iluminar,
dias e noites,
raios fúlgidos ou luar...
Mesmo com a distância,
entre a aurora e o breu,
estarão sempre lá.
No seio da via láctea,
unidos em pensamentos,
sobre a terra e sobre o mar...
sábado, 23 de março de 2013
Teu Olhar
TEU OLHAR
TEU OLHAR
As profundezas de teus olhos
Escondem mistérios de um mar
Todo brilho e encanto do luar
Teu olhar tem astúcia de um felino
Traz o fogo rubro da paixão
Deixa meu peito em desatino
Ah! quem dera, pudesse sem pecado
Banhar-me nas ondas desse mar
quinta-feira, 21 de março de 2013
SONHOS NA LUA
SONHOS NA LUA
Pendurei os sonhos
na lua
embrulhados em
verso de
cetim.
Meia lua, quase
nua,
tão nova e tão
bela...
Meus sonhos flutuam
no alto,
a salvo das dores
de cá, sem rusgas e
sem pó...
Entre nuvens de
algodão,
repousam pajeados
por estrelas...
Quando bate a
saudade
desse peito que os
exilou,
choram em silêncio...
Lágrimas de
cristais
brotam na noite
serena,
como garoa fina
que molha a aridez
de meu chão.
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